GRUPOS

BANDAS

Amazônia Jazz Band

Integrantes:
Alexandre Teixeira Pinheiro
Antonio Mariano Alves Primo
Carlos Eduardo Lima dos Santos Nascimento
Cristóvam do Nascimento Figueiredo
Elielson da Silva Gomes
Fábio André Farias de Barros
Harley Bichara de Souza
Ilson Augusto Cruz de Souza
Joabe da Silva Nunes
Josué Cláudio Rosário da Costa
Josibias dos Santos Ribeiro
Josiel de Sousa Saldanha
Josué Vilaça de Azevedo
Kelson Luiz Lopes Pinheiro
Kelson Vilarins do Couto
Marcelo Lopes Viana
Marcos Vinicius Cardoso
Mário Augusto Cruz de Souza
Paulo Sergio de Oliveira Borges
Príamo de Carvalho Brandão
Ricardo Velloso de Aquino Junior
Robenare Marques dos Santos Conceição
Ronaldo Castro Marques
Joel Pereira da Costa
Marcelo da Rocha Cardoso
Benedito Tadeu Junior
Esdras Azevedo de Souza
Siney Saboia

Histórico
A Orquestra Amazônia Jazz Band (OAJB) iniciou suas atividades em 1988, ainda como Big Band da Fundação Carlos Gomes (Belém-PA). A banda já fez diversas apresentações em Recife (PE), João Pessoa (PB), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Viamão (RS), Fortaleza (CE) e participou também dos Festivais Internacionais de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina (PR), do I Festival Internacional de Música de Natal (RN) e do I Festival Eleazar de Carvalho em Fortaleza (CE), da Bienal de Música Contemporânea do Rio de Janeiro (RJ), do Encompor em Porto alegre (RS), Festival de Cultura de Boyacá, em Tunja, Colômbia. Nestes festivais, acompanhou solistas (nacionais e internacionais) como os trombonistas Radegundis Feitosa e Pete Madsen (EUA), os pianistas Jorge Luiz Prats (CUB), Luiza Camargo e Nelson Neves; os saxofonistas Fred Henk (EUA). O paraense Paulo Levy, o clarinetista ucraniano Oleg Andreyeyev, o clarinetista e saxofonista paraense Marcos Puff Cardoso, o paraense clarinetista Marcos Cohen, o paraense violinista Marcus Guedes, e os percussionistas Ney Rosauro, Ricardo Aquino e Bill Molenhoff (EUA). Em 1995, sob a direção de Andi Pereira, agora chamada Amazônia Jazz Band, a orquestra começou um trabalho de pesquisa, coleta e execução de obras escritas pelos grandes compositores do século XX para banda de jazz. O resultado desse projeto é a execução de obras como Suíte para Orquestra de Jazz, de Dmitri Shostakovich; Prelude Fugue and Riffs, de Leonard Bernstein e Ebony Concerto, de Igor Stravinsky. Com o auxílio da Fundação Carlos Gomes, a banda iniciou um ousado projeto visando encomendar obras aos mais representativos compositores brasileiros, como “Salmo 148”, de Almeida Prado, “Amazônia” de Marlos Nobre e “Ulisses e as Amazonas”, de Gilberto Mendes, resultando em um repertório único e incomparável. Em 2000 o trompetista e maestro Barry Ford assumiu a liderança da banda, renovando o repertório com obras de grandes compositores e arranjadores de jazz norte americano e latino, como Duke Ellington, Gordon Goodwin e Maria Schneider, incrementando e diversificando ainda mais a sonoridade da Amazônia Jazz Band. Há doze anos integrante da Orquestra, o percussionista Ricardo Aquino é seu Regente Titular desde 2005. Buscando agregar valores à sua sonoridade, a Orquestra Amazônia Jazz Band traçou um novo percurso, agora rumo à música dos excelentes compositores brasileiros e especialmente, paraenses, tanto de música vocal quanto de música instrumental. Desde 2006, artistas como o Maestro, Compositor e Arranjador paulista Laércio de Freitas, os cantores Olivar Barreto e Andréia Pinheiro, os compositores Floriano e Rafael Lima, entre outros, já dividiram o palco com a OAJB, executando suas canções com arranjos feitos exclusivamente para a ocasião. É assim que a OAJB procura levar ao conhecimento de todos a qualidade e excelência do artista paraense, através de um repertório exclusivo e empolgante.

Regente: Ricardo Aquino
Bacharel em Percussão pela UNESP-SP, é professor de Percussão do Instituto Estadual Carlos Gomes e da UEPA, Timpanista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Integrante do TACAP - Quinteto de Percussão da Amazônia, do ComboQuinteto e do Grupo de Percussão da FCG. Há quatro anos é regente titular da OAJB.

Banda Sinfônica da Fundação Carlos Gomes

Integrantes:
Flauta
Lenildo Araújo
Mariana Gabbay
Davi Silva
Thiago Guedes
Sonira Bandeira

Oboés
Renato Pinheiro
Tiago Neves

1ª Clarinetas
Luis Eugênio
João Paulo
Luis Inácio
Herson Amorin

2ª Clarinetas
Anderson Paes
Josiane Lopes
Eder Luiz
Josiclei Souza

3ª Clarinetas
Salatiel Ferreira
Sergio Moraes
Marcos Duarte

Clarineta Alto
Domingos Rafael

Clarineta bass
Marcio Gilberto
Claudionor Amaral

Fagotes
Salomão Carneiro
Regis Falcão

Sax Alto
Thiago Levy
Enokleson Bezerra
Valéria Duarte

Sax Barítono
Eldeni Sacramento

Sax Tenor
Douglas Araújo
Felipe Neves

Trumpetes
Elizeu Cordeiro
Alvaro Humberto
Ilson Cruz
Luis Paulo
Gerson Levi
Edvaldo Júnior

Horns
Paulo Sergio
Jairo Pereira
Jorge Xavier
Joelma Beatriz
Jósimo Neto

Trombone
Anielson Ferreira
Adnelson Azevedo
Daniel de Jesus
André Costa
Jhonatan Craveiro

Trombones bass
Denison Pastana

Euphonium
Samuel Oliveira
Josué Vilaça
Jocymar Moraes

Tuba
Fabio Moraes
Eliezer Santos
Alessandro Dias
Deivyson Reis

Percussão
Lorena Brabo
Adriely Góes
Stephany Santos
Joabe Nogueira

Tímpano
Magno Moraes
Bateria
Mario Cruz

Equipe de apóio:
Josué Vilaça, Adnelson Azevedo, Jhonatan Craveiro, Domingos Rafael, Thiago Guedes

Histórico
Criada em abril de 2000, é resultado de um trabalho de prática instrumental para a qualificação profissional dos instrumentistas de sopro e percussão. Seu idealizador foi o prof. Ricardo Cabreira. Em 2003, o Prof. Jacob Cantão, a convite da Fundação Carlos Gomes, assumiu a condução como regente titular. O grupo tem se apresentado com grande sucesso em diversas cidades do Estado e nos Festivais internacionais de Música do Pará. Nas edições dos Festivais o grupo teve como solista Walmir Vieira (Tuba), Ayrton Benk (trompete), Paulo José e Adriana Azulay (piano), Antonio José (trompa) Dílson Florêncio (saxofone), Joel Barbosa e Marcos Cohen (clarineta), Radegundis Feitosa (Trombone). Sob a orientação do Prof. Jacob Cantão a banda realiza leitura de repertório incluindo compositores como Gustav Holst, Frank Ticheli, Morton Gould, Sammy Nestico, Keith Wilson, Alfred Reed, Lennie Niehaus, Jack Stamp, John Williams, Philipe Sparke, Jan Van de Roost, Samuel Hazo e Vaclav Nelhybel. A banda sinfônica orgulha-se de interpretar musicas brasileiras de Milton Nascimento, Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Chico Buarque, Tom Jobim e Waldemar Henrique. O repertório regional executado pela banda tem arranjo assinado por Josebias Ribeiro e Ricardo Aquino. No ano da França no Brasil, a banda sinfônica presta sua homenagem interpretando obras de Hector Berlioz e Claude-Michel Schönberg.

Regente: Jacob Cantão
Natural de Belém do Pará e iniciou seus estudos de música no Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG), posteriormente ingressou na Escola de Música da Universidade Federal do Pará. Seu contato com instrumentos de sopro inicia-se em 1972, ao participar da primeira banda evangélica infanto-juvenil, fundada pelo seu pai, o Pr. Esdras Cantão. Desde então, a convivência com bandas foi intensa e despertou o interesse pela educação musical e pela pesquisa instrumental. Seu trabalho abrange estudos sobre os estilos de execução das bandas no Pará, gravações com grupos de sopros, composição e arranjo para peças de teatro e festivais de música. É de sua autoria o Hino Oficial do Município de Portel-Pa.
Como regente adquiriu experiência nas bandas evangélicas e nas clínicas de regência com o maestro Ricardo Benone (RJ) e com o pesquisador e maestro Martin Bergee (USA). Em 2002, dirigiu a banda da Guarda Municipal de Belém. Atuou como membro das bandas sinfônicas de Brasília (DF), Uni-Rio (RJ) e da Universidade da Bahia. Está concluindo o doutorado em peformance musical – clarineta - na classe do prof. Dr. Joel Barbosa pela Universidade Federal da Bahia em convênio com a Universidade Federal do Pará.

Orquestra Jovem da Fundação Carlos Gomes

Histórico
A Orquestra Jovem da Fundação Carlos Gomes retomou suas atividades em março de 2008 sob a direção dos professores Marcus Guedes e Rodrigo Santana.
Formada por alunos de violino, viola, violoncelo e contrabaixo, tem objetivos artísticos e didáticos visando formar uma. Nova geração de instrumentistas profissionais.
Através de repertório variado, a orquestra vem trabalhando diversos aspectos fundamentais para a formação musical desses jovens.

 

© 2009 Fundação Carlos Gomes