INSTITUTO

HISTÓRICO

Considerado o terceiro estabelecimento de ensino musical criado no Brasil, o Instituto Estadual Carlos Gomes, foi criado em 24 de fevereiro de 1895. Em sua primeira fase foi dirigido pelos renomados maestros Antonio Carlos Gomes, Enrico Bernardi, José Cândido Gama Malcher, Octávio Meneleu Campos e Paulino Chaves. Sendo este seu último diretor, já que o Instituto foi desativado em 1908, pelo governador Augusto Montenegro, sob a alegação de que as despesas com instituto eram dispendiosas. Depois disso, o conservatório só voltaria a funcionar em 1929, no governo de Eurico Valle, com o apoio do então intendente municipal de Belém, Antônio de Almeida Faciola, que havia integrado o seu corpo docente inicial.
O maestro Antonio Carlos Gomes ao assumir a direção do conservatório já estava bastante doente, permanecendo no cargo até sua morte em setembro de 1896.
Em 1898 o Conservatório de Música foi convertido em estabelecimento público, autorizado pelo então governador Paes de Carvalho, recebendo a partir daí a denominação de Instituto Carlos Gomes. Em 1902, sob a administração do governador Augusto Montenegro, o instituto foi reformado, permanecendo em atividade até 1908.
Em 1929 o Instituto ressurge e nesta segunda fase, o maestro Ettore Bósio exerceu a função de diretor até o ano de 1936. Com seu falecimento, assumiu o cargo o professor de História e Estética da Música, João Pereira de Castro, até 1942. A partir desse ano, diversos diretores passaram pela administração do Instituto, a maioria ex-alunos e ex-professores da instituição.
Em 1986, por meio da lei 5.328, foi criada a Fundação Carlos Gomes com o objetivo de manter as atividades do instituto, além de ter a responsabilidade de planejar, executar e supervisionar a política cultural musical no Estado, atuando nas áreas de ensino, extensão e pesquisa.

 

 

 

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