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Coro Carlos Gomes se apresentam em Escola de Filosofia

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Na próxima sexta-feira (22), na Igreja de Santo Alexandre, às 19h30, com entrada franca, o Coro Carlos Gomes realizará um recital na Semana de Arte da Organização Internacional de Caráter Filosófico Nova Acrópole. Na ocasião, sob a regência da maestrina Maria Antonia Jiménez, os 22 integrantes do Coro interpretarão composições eruditas e do cenário musical popular brasileiro, como as músicas Agnus Dei, de Thomas Morley; Roda Viva, de Chico Buarque e Passacalha, de Edino Krieger. A Semana da Arte acontece nos dias 20 a 24 de março e oferecerá exposições fotográficas, workshops e apresentações de música, teatro, poesia e dança.

A Nova Acrópole é uma organização/escola presente em mais de 50 países, e tem por objetivo desenvolver a filosofia, cultura e voluntariado. Com o propósito de fomentar a importância da arte na formação humana e promover os artistas de Belém, a escola, através de convite à Fundação Carlos Gomes, receberá o Coro Carlos Gomes para uma apresentação especial.

Lênon Raiol, diretor da Nova Acrópole Belém, fala sobre a existência de uma conexão entre o mundo da música e o da filosofia. “Em nossos estudos, falamos sobre como a música busca a harmonia, a beleza e a emoção e, entendemos que a filosofia também procura por isso”, afirma o diretor. “É uma arte que ajuda a aflorar esses sentimentos nobres, por isso, nosso objetivo, através da apresentação do Coro Carlos Gomes, é buscar esse estado reflexivo”, completa. 

Repertório – As músicas para a apresentação foram escolhidas especialmente para trazer a reflexão sobre a vida humana. O Coro será acompanhado por um grupo de músicos de cordas. Será apresentado as músicas Agnus Dei, de Thomas Morley; Judas Mercator Pessimus, de José Mauricio Nunes Garcia; Cantique de Jean Racine, de Gabriel Fauré; Três Psalmus, J. G. Ripper; Quadrilha, de Osvaldo Lazerda; Passacalha, Edino Krieger; Roda Viva, de Chico Buarque (Arr. S. Maia e  Amilcar Gomes); Berimbau, de Baden Pawel e Vinicius de Morais; Sina de Cantador, de E. Villani-Côrtes e Frevo Fugato, de E. Villani-Côrtes.                                                

De acordo com a maestrina do Coro, Maria Antonia Jiménez, há uma consideração importante a ser feita em relação  ao pensamento filosófico e a música “O nosso inconsciente é rico em operações analógicas, ou seja, ele faculta na experiência da música o surgimento de elementos que escapam ao nosso domínio como, por exemplo, a emoção, intuição, vocação e equilíbrio”, comenta. “Nascendo de nosso corpo, mente e emoções, o inconsciente mexe com nosso tempo, espaço e pensamentos, nos possibilitando sentir as coisas com mais intensidade e, fazendo com que tenhamos mais sensibilidade”, completa a maestrina. A programação das apresentações artísticas e de todo o evento estão disponíveis no site www.acropole.org.br/belem e nas redes sociais da Nova Acrópole.

Canto Coral – O Coro Carlos Gomes é um dos grupos artísticos mais antigos e atuantes da Fundação Carlos Gomes. Foi formado em 1995 pela maestrina cubana Maria Antonia Jiménez com o objetivo de disseminar a música coral erudita e brasileira. Em suas apresentações, prima por um repertorio eclético que abrange todos os estilos da música coral: erudito, popular e folclórico, até o contemporâneo. O coro é constituído por estudantes, formandos e professores do Instituto Estadual Carlos Gomes. O grupo é responsável por divulgar a música coral participando de importantes atividades culturais e eventos públicos de caráter beneficente.

 

 

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